Continuando o passeio em Sydney, e assumindo que agora você já conheça um pouquinho do centro, então é só voltar para Pitt Street e continuar em direção a Circular Qay onde você terá a linda surpresa de encontrar ao seu lado direito o Ópera House e do esquerdo a Harbour Bridge e a região de The Rocks.
Note, você pode fazer isto já no primeiro dia, mas aconselho no segundo, pois é bom estar com os olhinhos bem abertos para ver um dos lugares mais bonitos de Sydney (entre tantos outros).
Ópera House: um pedacinho dela está aí em cima enfeitando este blog. É o cartão postal de daqui. Dá para conhecê-la por dentro, pois o pessoal oferece guided tours (A$ 26,00 por pessoa, mas é mais barato se fizer a compra on-line, ou chegar bem cedinho). Vale a pena, caso esta seja a única oportunidade de conhecê-la, mas se tiver algum espetáculo que lhe interesse no dia que você estiver aqui, então eu optaria por assistir ao espetáculo.
Harbour Bridge: do lado oposto ao Ópera House, está o segundo cartão postal de Sydney. Gente, já perdi a conta de quantas fotos temos dela, e toda vez que passamos por perto com a máquina, não tem como não clicar… E o melhor de tudo, é que dá para caminhar sobre ela e ir até o topo! Sim, dá para escalar a danadinha, claro que com todo o aparato de segurança. O pacote é bem carinho, algo em torno de A$150,00 a A$250,00 dependendo do horário do dia. A alternativa, é admirá-la dos vários cantos da baía. Eu particularmente prefiro passar sob ela de ferry.
The Rocks: do lado oposto ao Ópera House, está a região de The Rocks, a área mais antiga de Sydney e onde a cidade começou. Aqui tem um monte de lugares pitorescos para se ver: lojas de artesanatos, galerias de arte, pubs, MCA – Museum of Contemporary Art, cafés. E se for no final de semana, ainda tem o The Rocks Market, uma feirinha de artesanato.
Isto tudo, dá para fazer num dia, desde que não faça o Bridge Climb, pois a subida até o topo da ponte leva mais ou menos 3 horas ou mais, sem contar que é bem cansativo. Se decidir subir a ponte, então deixe a visita ao interior do Ópera House para outro dia e faça somente a ponte e a região de The Rocks.
Outras sugestões:
- Sydney é caríssima (já falei isto, né?), mas há maneiras de economizar…
- Transporte público: ao invés de pagar cada viagem, é melhor comprar um passe semanal que lhe dá direito a usar trem, ônibus e ferry quantas vezes quiser durante a semana. Este site aqui explica as várias opções, mas não se preocupe, pois se eu estiver aqui é mais que óbvio que lhe dou mais dicas. Aviso, evite comprar o Bondi Explorer e o Sydney Explorer, pois estes são bem caros e só valem por um dia. Pelo preço que vai pagar, dá para comprar um travelpass que irá durar a semana toda.
- Táxi é caro e só use em caso de extremo cansaço. Do aerporto até o centro irá custar em torno de A$30,00 – A$40,00. A alternativa é pegar o trem, mas a diferença não é muita (o trem custa uns A$10,00 por pessoa). Considerando o cansaço da viagem, não conhecendo a cidade direito, e a confusão que é se deslocar da Central Station para outro lugar, sugiro que peguem um táxi (obviamente, eu posso buscá-los também – só questão de combinar).
- Comida: em geral vai precisar de uns A$10,00 a A$20,00 por pessoa para fast food (sanduíches, comida asiática, comida indiana, crepes..). Dá para encontrar por menos, mas já vou avisando que a comida aqui não é lá estas coisas, exceto em restaurantes e ainda vai de sorte. Se quiser comer mais alto estilo, daí os preços variam bastante, de A$40,00 a A$70,00 por pessoa e daí para mais.
E hoje fico devendo as fotos, pois está um pouco tarde, mas depois faço uma atualização.
No próximo post, vou te levar até Bondi Beach, passando por Hyde Park, Oxford Street, Paddington, Bondi e Bondi Beach.
E ainda tem o caminho das praias, Bondi – Coogee (ótimo para fotos), Manly, Taronga Zoo (isto se estiver a fim de conhecer os bichinhos daqui, bom lugar para fotografar também), Botanical Gardens, parques, e outras curiosidades do local.
Se tiver alguma pergunta específica, me avise.
Beijocas